O avanço do Foco Bahia (jornal de Saldanha).
Demarcação do aldeamento indígena em Olivença.
Início das operações da Trip Linhas Aéreas.
Mal-humorado, o governador tentou pautar a imprensa.
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Na Terra da Gabriela, Wagner inaugura o novo sistema de iluminação da Ponte do Pontal, que também foi restaurada, anuncia o início da construção do Departamento de Polícia Técnica, a recuperação do aterro sanitário do Itariri e a reforma do Centro Social Urbano, na Barra.
Coincidentemente, todas essas ações resultam de pedidos da parlamentar.
Inegavelmente, o governo Lula avançou numa visão socioambiental de País, conseguindo diminuir o desmatamento da Amazônia; constituindo um Plano de Mudanças Climáticas, com participação popular, via III Conferência Nacional de Meio Ambiente - que é hoje referência mundial; fortalecendo o Sistema Nacional de Meio Ambiente e organizando o Plano Nacional de Combate a Desertificação, o Plano Nacional de Recursos Hídricos, Plano Nacional de Áreas Protegidas, dentre outras ações estruturantes rumo à sustentabilidade do País.
Por outro lado, na atual conjuntura, tem permitido, quando não organizado, ataques às conquistas ambientais, como se elas fossem impedimento para uma nova onda de desenvolvimento que, a um só tempo, dê conta de gerar empregos e distribuir renda e preservar o meio ambiente.
PT ataca Stephanes, Mangabeira e Minc por ataques ao meio ambiente
Fonte: O Globo.
O PT externou nesta quinta-feira pela primeira vez a briga que corre nos bastidores do governo entre ambientalistas e nomes ligados a agronegócio e infraestrutura. A Secretaria Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do partido Divulgou nota em que critica as posições dos ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, do Meio Ambiente, Carlos Minc, e da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger. Stephanes e Mangabeira são acusados de atacar o código florestal brasileiro, cujas mudanças são debatidas no Congresso. De Minc, o secretário Júlio Barbosa cobra posição mais firme contra "ofensivas" ao meio ambiente e à Amazônia.
" Tem gente que ocupou e que deveria estar na cadeia e não ter seu grilo regularizado "
"Esses ataques tendo como tropa de choque a bancada ruralista no Congresso Nacional são liderados pelos ministros da Agricultura e a Secretaria de Assuntos Estratégicos e se dirigem fundamentalmente à legislação ambiental, em particular ao código florestal, mas não ficam por aí", diz um trecho da nota.
Segundo Barbosa, que já apresentara essa posição no Fórum Social Mundial, no início do ano, a gota d'água foi a aprovação, pela Câmara, da MP 452, que flexibiliza o licenciamento ambiental de estradas, e da MP 458, que trata da regularização fundiária na Amazônia:

Há anos que o Lixão do CAIC é um problema para os alunos e profissionais e comunidade do Bairro Hernani Sá e circunvizinhos, tudo por que existem 06 lotes de terrenos particulares, 05 desses da família de Afonso Mattos e o último de uma pessoa moradora da cidade de Camacan-Ba, que insistem em não cumprir com a lei, que exige que donos de terrenos devam murar seus lotes localizados em área urbana. Isso vem trazendo transtornos para aqueles que ali convivem e transitam diariamente. Esses terrenos baldios sem murar estão sendo utilizados por carroceiros, moradores, e outros que procuram jogar diariamente todo tipo de lixo e entulhos naquele local criando um verdadeiro lixão, e problemas para quem ali reside.

O jornal Tribuna da Bahia, na edição de 13 de abril (segunda-feira), publicou uma análise sobre a situação dos deputados estaduais baianos, que aderiram ao governo Wagner.
A Tribuna alerta que a reeleição dos adesistas não será nada fácil, pois, “a atual correlação de forças na Assembléia Legislativa, com 48 governistas contra 15 da oposição, não será repetida nas urnas. Nem no tempo do carlismo isso aconteceu”, enfatiza o jornal.
Porém, pelo potencial eleitoral, sete parlamentares terão grandes chances de conquistar a reeleição: “Marcelo Nilo, atual presidente da Casa, Roberto Muniz, secretário da Agricultura, Reinaldo Braga, Ronaldo Carletto, Maria Luiza Laudano, Maria Luiza Carneiro e Luiz Augusto”. Outros nomes que integram a base de sustentação do governo poderão ter bom desempenho, a exemplo de Getúlio Ubiratan, “com forte presença no Extremo Sul, além de Ângela Sousa e Carlos Ubaldino, ligados à igreja Assembléia de Deus”.
"Quem bate cartão, não vota em patrão" (bordão utilizado por Magno, em 2004, ano em que foi candidato a prefeito de Ilhéus, pelo PSTU).
Na última sexta-feira dia 1º, os organizadores da festa dos trabalhadores, realizada pela Força Sindical, proibiram o ex-prefeito Jabes Ribeiro de subir no palco, montado na avenida Litorânea Norte, no bairro do Malhado.
Aparentemente tranquilo, Jabes permaneceu no evento durante alguns minutos, no meio do povo, e depois partiu sorridente dando "tchau".
Em outros tempos, se não fosse garantido ao "ex”, acesso total e irrestrito ao palco, com certeza, sequer ele seria montado.
O mundo gira.