quinta-feira, 18 de junho de 2009

A diarréia verbal de Aldemir

foto: Gidelzo Silva.

O vereador Aldemir Almeida (PSB) pronunciou uma "estupidez" ao discursar para os pequenos produtores, no evento realizado hoje (18), em protesto à possível demarcação das terras indígenas na região de Olivença.

Ao se referir aos índios, o médico Aldemir teve uma diarréia verbal:

" Índio não gosta de trabalhar, são todos preguiçosos e só gostam de fazer artesanato."

Essa maneira tacanha de interpretar "as diferenças" é a mesma que afirma que baiano é preguiçoso, carioca é malandro e etc.

O dever de um vereador é zelar pela ordem pública. Não lhe cabe promover disputas entre grupos antagônicos, e sim cuidar para que vivam em harmonia.

Os pequenos agricultores não precisam de atitudes preconceituosas para fazer valer seus direitos.

Este movimento precisa ser representado por quadros mais qualificados, que promovam reflexões humanitárias e propositivas.

A causa dos lavradores é legítima, merece respeito e não carece da ignorância.

Foi bom ouvir os discursos da deputada estadual
Ângela Sousa, que lembrou a necessidade de agir dentro da legalidade, sem instigar à violência, do médico Ruy Carvalho, do presidente da câmara de vereadores de Ilhéus, Jailson Nascimento, e do líder comunitário Jezi, todos preocupados em resolver a questão de maneira pacífica.

3 comentários:

joao disse...

aldemir é um pessimomedico, e preguisoço, não vamos generalizar todas as classe de medicos e vereadores por causa dele, então ele como medico , deve rever suas palavras, não é ofendendo a cuktura e os valores de ninguem que faremosdemocracia, ele quis se promover e acabou mostrando que é maisincompetente do que parecia, alias ele não precisa de um médico nao? só que pisiquiatra.

rodrigo disse...

Caro Emílio, vc tem as imagens desse absurdo? Acho q algumas instituições podem fazer algo mais do que indignar-se.

Rodrigo Cardoso

Vinicius Lima disse...

Caro,
Gusmão.

Meu pai tem um pedaço de roça a muitos anos, comprado com dinheiro ganho de trabalho assalariado, e com a indenização trabalhista quando aposentou.Temos uma pequena criação de bois nelores qua não passa de 120 cabeça.Estamos tranquilo aguardando a decisão judicail do STJ, se o índios ganharem a qusstão o que vamos fazer e desocpar as terras numa boa sem violencia e ver quanto o Governo vai nos indenizar pela área.Pos quando compramos as terras não tinha nada la plantado era puro cerrado.Construimos pastagens, piquetes, cercamos, costruimos casa de caseiro e casa de moradia para a família, plantamos árvores 38 árvores por equitar de terra, para sssombreamento do pasto, tudo conforme orden do Ibama.Pagamos anualmente O FUNRURAL, temos escrituras da terra, retiramos dinheiros emprestado em instituições bancárias do Governo Federal.Mas acatamos as decisões judicial!
Vinicius Lima